sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Apreensões

Polícia Ambiental de São José do Rio Preto e Polícia Rodoviária Federal fazem apreensões

Neste feriado ( 12 de outubro), em conjunto, a PMA e PRF fizeram 11 autos de infração e apreenderam 24 quilos de pescado e equipamentos de pesca (rede e tela de arrasto). A operação ocorreu na rodovia Transbrasiliana, BR-153, próximo à praça de pedágio do município de Onda Verde.


De acordo com o tenente Alessandro Daleck Moreira, comandante da Polícia Ambiental na região, a fiscalização encontrou piaparas, barbados, mandis e piaus, sendo que a quantidade e tamanho dos peixes encontrados excediam o permitido por lei. “Muitos peixes já estavam cortados em postas ou filés, o que também é proibido porque atrapalha a fiscalização, impedindo que a gente identifique o tamanho ou o tipo de peixe.”




A polícia aplicou cerca de R$ 12 mil em multas. Os envolvidos não foram presos, mas irão responder criminalmente. Os policiais continuarão o trabalho de fiscalização em pontos de pesca da região.


PMA faz operação no Rio do Peixe e autua vários pescadores, próximos de Botucatu

Nesta segunda-feira (11 de outubro), a PMA de Botucatu, através durante fiscalização de rotina pela margem do Rio do Peixe, município de Anhembi, surpreendeu em um acampamento de pescadores, uma embarcação encostada na margem do Rio do Peixe, sendo que no interior da mesma havia varias redes e vários quilos de peixes.

Ao ser realizada busca pela mata nas proximidades, foi localizada mais uma rede e uma tarrafa, bem como uma caixa de isopor contendo cerca de 30 quilos de peixes.  Todos os quatro pescadores residiam cidade de São Paulo.


Durante a averiguação, os policiais da Ambiental constataram, no total, a existência de duas tarrafas de nylon e 12 redes de nylon, com 50 metros de comprimento cada uma, num total de 600 metros.


Quanto aos peixes capturados, foi constatado que os mesmos estavam abaixo do tamanho mínimo permitido para captura. Foram apreendidos no total 60 quilos de peixes das espécies conhecidas popularmente como curimbatá, piau, traíra e pacu.

Os pescadores vão responder processo por crime ambiental e a pena prevista para o caso é de 1 a 3 anos de detenção. Também foram lavrados autos de infração ambiental num total de R$ 51.400,00.


Cadeia neles !!



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